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Se uma das características mais exaltadas sobre o mercado da bola é que ele costuma funcionar de maneira bastante dinâmica, o caso envolvendo o atacante Rafael Grampola pode ser considerado um exemplo que retrata bem esse cenário.
Com 13 jogos e apenas dois gols marcados com a camisa do time Xavante, um deles na vitória por 2 a 1 sobre o São Bento no último dia 20 de agosto, ele vinha sendo observado pelo CSA e parecia estar bem encaminhado com o seu acerto junto ao time que disputa a Série A do Brasileirão.
Tamanha era a certeza de que o negócio seria sacramentado que, além de liberar o atleta para encerrar a parte burocrática não o relacionando para os últimos três confrontos na Série B (Ponte Preta, Bragantino e Londrina), o nome de Guilherme Queiróz (ex-Juventude e atualmente vinculado ao Santa Cruz) era visto como principal alvo de reposição.
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Todavia, o negócio com o time de Maceió acabou sendo frustrado por um receio da diretoria do Azulão em relação ao regulamento da CBF.
Como está previsto que um jogador pode atuar no máximo por dois clubes em duas competições nacionais diferentes e Grampola defendeu Paraná e Brasil na Copa do Brasil e a Série B, o clube alagoano preferiu se precaver juridicamente e encerrou as tratativas.
Agora, a tendência é que o jogador seja reintegrado normalmente ao plantel do técnico Bolívar já que, contratualmente, segue vinculado a equipe pelotense.